Em Nairóbi, no Quênia, o presidente de uma associação de companhias privadas de segurança, Doug Brooks, afirmou que as mesmas deveriam ter maior atuação nas operações de paz na África, tendo em vista a “inabilidade” das missões das Nações Unidas e das forças militares governamentais em assegurar a segurança e ação humanitária no continente.
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